Dia 9 de maio de 2008 – Preparação para a viagem:
Depois de comer uma galinha ao molho pardo maravilhosa no restaurante da irmã de um colega de trabalho, passei no cursinho para cancelar uma matricula e eles não aceitaram devolver meus bônus. Voltei ao trabalho e fiquei lá um pouco e sai por volta das 16h para ir ao mercado.
Lá comprei vários modelos de inseticidas, afinal vou para a o interior da Amazônia. Comprei um inseticida spray, um de tomada e um repelente em creme para o corpo.
Voltei pra casa, depois de enfrentar o caos da Via EPIA (se o Arruda não quer que a gente passe pela EPIA, é pra passar por onde?) para arrumar a mala. Peguei quase toda a minha roupa, afinal serão 15 dias no Amazonas, espero não ter que sujar todas.
Mala pronta, dei uma varrida na casa (só na área social, heheh), tomei banho, lanchei e fui dormir.
Depois de comer uma galinha ao molho pardo maravilhosa no restaurante da irmã de um colega de trabalho, passei no cursinho para cancelar uma matricula e eles não aceitaram devolver meus bônus. Voltei ao trabalho e fiquei lá um pouco e sai por volta das 16h para ir ao mercado.
Lá comprei vários modelos de inseticidas, afinal vou para a o interior da Amazônia. Comprei um inseticida spray, um de tomada e um repelente em creme para o corpo.
Voltei pra casa, depois de enfrentar o caos da Via EPIA (se o Arruda não quer que a gente passe pela EPIA, é pra passar por onde?) para arrumar a mala. Peguei quase toda a minha roupa, afinal serão 15 dias no Amazonas, espero não ter que sujar todas.
Mala pronta, dei uma varrida na casa (só na área social, heheh), tomei banho, lanchei e fui dormir.
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Dia 10 de maio de 2008 – A viagem para Manaus.
Vôo GOL 1866: Brasília – Manaus. Boeing 787-800.
2h40min de vôo depois, chegamos em Manaus. Foi o vôo mais tranqüilo que já fiz. Não sei se foi o efeito de estar entretido com as palavras cruzadas J.
Ao sair do aeroporto senti aquele mormaço de 40 graus e umidade 100%, isso porque o piloto anunciou que a temperatura na cidade era de 27º. Só se fosse debaixo de um ar condicionado.
Pegamos um táxi em rumo ao hotel (no táxi estava fazendo 27 º), e a primeira impressão que tive da cidade é que é uma cidade feia e suja. Tinham poucas pessoas bonitas nas ruas, o transporte público é precário, o que já é algo bem melhor que Brasília. O hotel fica no centro velho da cidade, onde fica o teatro e a parte cultural.
Chegando ao hotel, pude perceber o que é a umidade de 100%: o hotel fede mofo, tudo lá fede mofo. Não sei como não estou com minha cara inchada de alergia. Deixamos as coisas no hotel, depois do cadastro, e fomos procurar um local para almoçar. Até que achamos um buffet que custa R$16,99 (porque não colocam R$17,00 logo?), e a comida deveria ser boa, mas como já estava bem tarde para almoçar, só encontramos o resto revirado. Comi um macarrão com peixe e comprei um guaraná diferente e forte e fiquei feliz, apesar do calor.
Aproveitamos para dar uma volta, e percebi que a cidade é mesmo suja e feia, com exceção do centro que é muito bonito, cheio de casarões antigos. Pena que não tinha nada de atração no teatro além de uma visita guiada que eu não estava a fim de ver e pagar R$10,00 por isso. Sem contar que eu não saberia voltar ao hotel sozinho. Encontramos um boteco, que é de um velho português que fundou o carnaval da cidade, o povo ficou bebendo e eu fiquei olhando.
Depois voltei ao hotel com o Bruno, fui tomar meu banho. Preparei tudo: o sabonete, o shampoo, a toalha, a música no celular, tirei a roupa, liguei o chuveiro e a água estava fria (DROGA!). Chamei o Bruno e perguntei se o dele também estava frio, ele disse que não. Chamei o responsável pelo hotel que me disse que não seria possível consertar o chuveiro naquela hora, então, logicamente fui tomar banho no quarto do Bruno. To lá no meu banho e percebo que a água corria pro centro do banheiro e achei muito estranho o ralo estar lá, mas tudo bem, cada um coloca seu ralo onde quer. Fui procurar o que comer na cidade e pedia informações de onde ficava o teatro, que tem lanche lá perto, um me indicou uma direção e outro me indicou outra e eu resolvi voltar pro hotel pra não me perder. Voltei para meu apartamento, assisti a Supernanny (a TV só pega o SBT) e dormi. Os colegas demoraram um pouco a voltar do boteco. E quando voltaram já se arrumaram pra sair e explorar a noite da cidade, eu resolvi ficar no hotel dormindo, e o Julio também (ele dividiu o quarto comigo). Não dormi bem naquele lugar mofado e barulhento. Tem algum motor que funciona o tempo inteiro lá, além do elevador e do ar condicionado.
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Dia 11 de maio de 2008 – Viagem para Lábrea.
Depois de uma noite mal dormida (além do mofo e dos barulhos, o colega ronca!). Levantei e fui tomar café. Os colegas do grupo JJJ já tinham saído bem cedo para pegar o vôo para São Gabriel da Cachoeira. O café da manhã tinha: leite, café e suco de cupuaçu; banana, melancia e mamão; tapioca, pão, manteiga e ovo frito. Após o café e o acerto no hotel, saímos para ir ao banco, e passamos por uma feirinha na rua que lembra Pirenópolis. Voltamos ao hotel, combinamos o preço do táxi e fomos ao aeroporto.
O vôo saiu às 9h20min, com escala em Humaitá e destino a Lábrea. Era um bimotor turbo hélice ATR 42 da Trip. Não é exatamente um teco-teco, mas é um avião menor, que trepida, mais barulhento e mais sensível às turbulências. Portanto, não é uma experiência muito boa, mas o serviço de bordo dá de 1000 a zero no da Gol. Eles serviram dois mini sanduíches, frutas, biscoitos, bolo de tapioca, balas e bebidas e a Gol só serviu um sanduichinho de pão seco com ¼ de fatia de queijo (não era mussarela) e presunto. Apesar da vibração do avião, a viagem foi bacana e sobrevoar a Floresta Amazônica, ver aqueles rios afluentes da bacia que a gente decora os da margem esquerda e os da margem direita do alto, foi muito bom, é muito bonito mesmo. Pousamos em Lábrea e as fotos do aeroporto dirão tudo! Gente, isso aqui é outro mundo! Tive a impressão de estar num terminal rodoviáro de algum povoado bem pobre. No aeroporto descobrimos que alguém foi nos buscar e nos levar para a cidade.
Na cidade fomos conferir os hotéis e descobrimos que o hotel que fizemos a reserva não é bom e resolvemos nos hospedar ao lado. A estada aqui é o oposto da de Manaus: hotelzinho limpo, quarto grande e individual com uma cama de casal e uma de solteiro, TV que funciona mesmo com controle o quebrado, ar silencioso, com uma vista linda do rio e das palafitas, uma varanda, a cidade tem um clima agradável, mas como nada é perfeito, não tem chuveiro elétrico e contra os pernilongos tenho as armas... L Nnguém merece! O hotel fica na praça central da cidade, onde TUDO acontece, é o point! Não me surpreendi com a cidade, e fomos almoçar no restaurante do hotel que furamos a reserva pra fazer uma média. O cardápio: arroz com cenoura, feijão(zão), peixe frito (não lembro o nome do peixe), o mesmo peixe ao molho, salada, farofa e BARÉ!!! Quando ouvi “BARÉ” não acreditei e pedimos dois exemplares. Pra quem não conhece, o BARÉ é um refrigerante que era vendido há muito tempo atrás feito de guaraná e frutas cítricas, e era vendido em Brasília como “sabor tutti-frutti”. Não acha mais em lugar algum esse refrigerante que é engarrafado em garrafa de cerveja e fabricado pela Antarctica e eu vim tomar mais de 20 anos depois aqui nos confins da Amazônia. Demos uma volta na cidade, conversamos com algumas pessoas, percebi que aqui tem mais homens que mulheres, e que a cidade é muito pobre. Tem uma vila de palafitas na margem do rio que agora está na cheia (estação que eles chamam aqui de “inverno”). Tem casas de tudo quanto é jeito. Não sei se digo que é bonito ou feio. O que sei dizer é que a estatura das pessoas é baixa, as crianças começam cedo a trabalhar, os adolescentes criam corpo rápido devido à rotina diária (remar barco, suspender motor, andar de bicicleta, nadar no rio...). Na praça conheci outra iguaria do local: a banana verde frita como se fosse batata, fica uma delícia! Bem crocante e é uma ótima opção para quem não gosta de comer banana como eu. Ah! Detalhe: aqui em Lábrea não pega celular e Internet é artigo de luxo. Depois de dar uma (outra) volta pela cidade, fomos num boteco, bebi mais BARÉ, e conhecemos o Leandro, um garotinho de 10 anos, órfão de pai (o pai dele estava bêbado e caiu de um barco no rio), tem 8 irmãos, está sem estudar, que veio nos pedir comida. Ele estava catando latinha e faminto. Conversamos um bocado com ele até que resolvemos pagar o churrasquinho que ele pediu. Resolvi deixar o pessoal no frunxé do terraço, comer uma pizza horrível e voltar ao hotel pra dormir.
Dia 11 de maio de 2008 – Viagem para Lábrea.
Depois de uma noite mal dormida (além do mofo e dos barulhos, o colega ronca!). Levantei e fui tomar café. Os colegas do grupo JJJ já tinham saído bem cedo para pegar o vôo para São Gabriel da Cachoeira. O café da manhã tinha: leite, café e suco de cupuaçu; banana, melancia e mamão; tapioca, pão, manteiga e ovo frito. Após o café e o acerto no hotel, saímos para ir ao banco, e passamos por uma feirinha na rua que lembra Pirenópolis. Voltamos ao hotel, combinamos o preço do táxi e fomos ao aeroporto.
O vôo saiu às 9h20min, com escala em Humaitá e destino a Lábrea. Era um bimotor turbo hélice ATR 42 da Trip. Não é exatamente um teco-teco, mas é um avião menor, que trepida, mais barulhento e mais sensível às turbulências. Portanto, não é uma experiência muito boa, mas o serviço de bordo dá de 1000 a zero no da Gol. Eles serviram dois mini sanduíches, frutas, biscoitos, bolo de tapioca, balas e bebidas e a Gol só serviu um sanduichinho de pão seco com ¼ de fatia de queijo (não era mussarela) e presunto. Apesar da vibração do avião, a viagem foi bacana e sobrevoar a Floresta Amazônica, ver aqueles rios afluentes da bacia que a gente decora os da margem esquerda e os da margem direita do alto, foi muito bom, é muito bonito mesmo. Pousamos em Lábrea e as fotos do aeroporto dirão tudo! Gente, isso aqui é outro mundo! Tive a impressão de estar num terminal rodoviáro de algum povoado bem pobre. No aeroporto descobrimos que alguém foi nos buscar e nos levar para a cidade.
Na cidade fomos conferir os hotéis e descobrimos que o hotel que fizemos a reserva não é bom e resolvemos nos hospedar ao lado. A estada aqui é o oposto da de Manaus: hotelzinho limpo, quarto grande e individual com uma cama de casal e uma de solteiro, TV que funciona mesmo com controle o quebrado, ar silencioso, com uma vista linda do rio e das palafitas, uma varanda, a cidade tem um clima agradável, mas como nada é perfeito, não tem chuveiro elétrico e contra os pernilongos tenho as armas... L Nnguém merece! O hotel fica na praça central da cidade, onde TUDO acontece, é o point! Não me surpreendi com a cidade, e fomos almoçar no restaurante do hotel que furamos a reserva pra fazer uma média. O cardápio: arroz com cenoura, feijão(zão), peixe frito (não lembro o nome do peixe), o mesmo peixe ao molho, salada, farofa e BARÉ!!! Quando ouvi “BARÉ” não acreditei e pedimos dois exemplares. Pra quem não conhece, o BARÉ é um refrigerante que era vendido há muito tempo atrás feito de guaraná e frutas cítricas, e era vendido em Brasília como “sabor tutti-frutti”. Não acha mais em lugar algum esse refrigerante que é engarrafado em garrafa de cerveja e fabricado pela Antarctica e eu vim tomar mais de 20 anos depois aqui nos confins da Amazônia. Demos uma volta na cidade, conversamos com algumas pessoas, percebi que aqui tem mais homens que mulheres, e que a cidade é muito pobre. Tem uma vila de palafitas na margem do rio que agora está na cheia (estação que eles chamam aqui de “inverno”). Tem casas de tudo quanto é jeito. Não sei se digo que é bonito ou feio. O que sei dizer é que a estatura das pessoas é baixa, as crianças começam cedo a trabalhar, os adolescentes criam corpo rápido devido à rotina diária (remar barco, suspender motor, andar de bicicleta, nadar no rio...). Na praça conheci outra iguaria do local: a banana verde frita como se fosse batata, fica uma delícia! Bem crocante e é uma ótima opção para quem não gosta de comer banana como eu. Ah! Detalhe: aqui em Lábrea não pega celular e Internet é artigo de luxo. Depois de dar uma (outra) volta pela cidade, fomos num boteco, bebi mais BARÉ, e conhecemos o Leandro, um garotinho de 10 anos, órfão de pai (o pai dele estava bêbado e caiu de um barco no rio), tem 8 irmãos, está sem estudar, que veio nos pedir comida. Ele estava catando latinha e faminto. Conversamos um bocado com ele até que resolvemos pagar o churrasquinho que ele pediu. Resolvi deixar o pessoal no frunxé do terraço, comer uma pizza horrível e voltar ao hotel pra dormir.
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Dia 12 de maio – Início dos trabalhos.
Dormi que nem uma pedra! Acordei com o povo batendo na porta. Levantei, tomei o café (suco de cupuaçu, tapioca, bolo, biscoitos, leite, café, mamão, banana, mandioca frita...), me arrumei e rumamos para a Prefeitura. A primeira impressão que tive do meu local de trabalho dessa semana é que era um banheiro gigante. O prédio é velho, pequeno, com fedor de banheiro sujo e mofo. Não sei como as pessoas trabalham ali sem estrutura, sem Internet, sem computadores e móveis descentes. Nessas ocasiões percebemos que reclamamos de barriga cheia mesmo. Fomos recebidos pelo chefe de gabinete, pois o prefeito não estava na cidade. A sala que nos foi disponibilizada ainda estava fechada e a documentação que pedimos ainda não estava disponível. Mas não demorou muito para as pessoas responsáveis chegarem com a chave da porta e com a documentação. Gostaria de poder contar todos os detalhes do trabalho, mas não posso. Só digo que está sendo bem interessante descobrir coisas novas, apontar certas irregularidades, perceber “erros” de gestão e conhecer um lugar e uma cultura nova. No almoço comemos peixe frito e frango, com arroz, feijão com carne, salada, farinha e estava tudo uma delícia. Pelo menos a alimentação está me agradando: peixe todos os dias! E Baré! Hahahaha! Voltamos ao nosso “gabinete” vazio, pois a prefeitura funciona das 7h30min às 13h, mas o povo que é responsável pelo fornecimento da documentação que solicitamos estava sempre aparecendo querendo saber se precisávamos de alguma coisa. Até que apareceu um senhor chato que nos alugou a tarde inteira. O querido não parava de conversar borracha um segundo! Afff! Fiquei com vontade de dar um cascudo nele! Me arranjaram um açaí, mas só consegui comer 4 colheradas (detesto açaí!). Terminado o (nosso) expediente, fomos procurar pela cidade um mercado suspeito e um chá pra eu tomar. Só achamos o mercado suspeito e confirmamos a suspeita. Voltamos ao hotel, ficamos um tempo relaxando. Quando fui tomar meu banho começou a chover e, quando parou um pouco de chover, voltamos pra rua para comer, impressionante como numa cidade desse tamanhico tem criança pedindo comida! Mais uma vez tivemos que dar comida pra um garoto de cujo nome não me recordo. Comi um sanduíche de hambúrguer de fabricação própria que estava bem melhor que um Big Mac ou um Tri Possante ou um Big Bob. Voltamos para o hotel para dormir. E a chuva recomeçou.
Dia 12 de maio – Início dos trabalhos.
Dormi que nem uma pedra! Acordei com o povo batendo na porta. Levantei, tomei o café (suco de cupuaçu, tapioca, bolo, biscoitos, leite, café, mamão, banana, mandioca frita...), me arrumei e rumamos para a Prefeitura. A primeira impressão que tive do meu local de trabalho dessa semana é que era um banheiro gigante. O prédio é velho, pequeno, com fedor de banheiro sujo e mofo. Não sei como as pessoas trabalham ali sem estrutura, sem Internet, sem computadores e móveis descentes. Nessas ocasiões percebemos que reclamamos de barriga cheia mesmo. Fomos recebidos pelo chefe de gabinete, pois o prefeito não estava na cidade. A sala que nos foi disponibilizada ainda estava fechada e a documentação que pedimos ainda não estava disponível. Mas não demorou muito para as pessoas responsáveis chegarem com a chave da porta e com a documentação. Gostaria de poder contar todos os detalhes do trabalho, mas não posso. Só digo que está sendo bem interessante descobrir coisas novas, apontar certas irregularidades, perceber “erros” de gestão e conhecer um lugar e uma cultura nova. No almoço comemos peixe frito e frango, com arroz, feijão com carne, salada, farinha e estava tudo uma delícia. Pelo menos a alimentação está me agradando: peixe todos os dias! E Baré! Hahahaha! Voltamos ao nosso “gabinete” vazio, pois a prefeitura funciona das 7h30min às 13h, mas o povo que é responsável pelo fornecimento da documentação que solicitamos estava sempre aparecendo querendo saber se precisávamos de alguma coisa. Até que apareceu um senhor chato que nos alugou a tarde inteira. O querido não parava de conversar borracha um segundo! Afff! Fiquei com vontade de dar um cascudo nele! Me arranjaram um açaí, mas só consegui comer 4 colheradas (detesto açaí!). Terminado o (nosso) expediente, fomos procurar pela cidade um mercado suspeito e um chá pra eu tomar. Só achamos o mercado suspeito e confirmamos a suspeita. Voltamos ao hotel, ficamos um tempo relaxando. Quando fui tomar meu banho começou a chover e, quando parou um pouco de chover, voltamos pra rua para comer, impressionante como numa cidade desse tamanhico tem criança pedindo comida! Mais uma vez tivemos que dar comida pra um garoto de cujo nome não me recordo. Comi um sanduíche de hambúrguer de fabricação própria que estava bem melhor que um Big Mac ou um Tri Possante ou um Big Bob. Voltamos para o hotel para dormir. E a chuva recomeçou.
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Dia 13 de maio – Mais um dia de trabalho.
Hoje foi phoda! Dormi pouco, mas dormi bem. Acordei, tomei café. A única diferença no cardápio era o suco de tangerina. Mas o que foi pesado foi o trabalho de hoje. Fizemos muita coisa, analisamos muitos documentos, fizemos uma planilha enorme. Fiquei bem cansado, porém com sensação de dever cumprido. Ah! O almoço foi ótimo! Encomendamos um tambaqui grelhado num restaurante, fizeram no capricho. Gente, o quilo do file de peixe aqui custa no máximo R$8,00! Era o peixe, o arroz branco (adoro!), salada e farofa. Não tinha Baré. Comi demais no almoço! Queria tirar uma sesta, mas o tempo já estava curto, pois o almoço atrasou um pouco. Já falei do trabalho... Voltamos ao hotel no fim da tarde para deixar os apetrechos de trabalho e voltamos para a rua para comer um projeto de pizza no mesmo local onde comemos o sanduba ontem. O céu começou a escurecer e a chuva caiu e esta chovendo até agora (são 21h20min agora). Estou com muito medo de chegar no sábado e ainda estar chovendo desse jeito na hora de pegar o teco-teco de retorno a Manaus. E também no domingo na hora do vôo para Tefé. Mas eu prefiro pensar nisso no sábado e no domingo... Hoje começou a bater uma saudadezinha de todo mundo e de Brasília, da minha cama, do filiquichirinho, da FACON... Mas não estou triste. Falando mais sobre a cidade: aqui as pessoas andam muito de bicicleta também. Tem tanta moto e bicicleta que elas vivem quase colidindo. E a energia daqui, apesar de tanta água, vem de termoelétrica.
Dia 13 de maio – Mais um dia de trabalho.
Hoje foi phoda! Dormi pouco, mas dormi bem. Acordei, tomei café. A única diferença no cardápio era o suco de tangerina. Mas o que foi pesado foi o trabalho de hoje. Fizemos muita coisa, analisamos muitos documentos, fizemos uma planilha enorme. Fiquei bem cansado, porém com sensação de dever cumprido. Ah! O almoço foi ótimo! Encomendamos um tambaqui grelhado num restaurante, fizeram no capricho. Gente, o quilo do file de peixe aqui custa no máximo R$8,00! Era o peixe, o arroz branco (adoro!), salada e farofa. Não tinha Baré. Comi demais no almoço! Queria tirar uma sesta, mas o tempo já estava curto, pois o almoço atrasou um pouco. Já falei do trabalho... Voltamos ao hotel no fim da tarde para deixar os apetrechos de trabalho e voltamos para a rua para comer um projeto de pizza no mesmo local onde comemos o sanduba ontem. O céu começou a escurecer e a chuva caiu e esta chovendo até agora (são 21h20min agora). Estou com muito medo de chegar no sábado e ainda estar chovendo desse jeito na hora de pegar o teco-teco de retorno a Manaus. E também no domingo na hora do vôo para Tefé. Mas eu prefiro pensar nisso no sábado e no domingo... Hoje começou a bater uma saudadezinha de todo mundo e de Brasília, da minha cama, do filiquichirinho, da FACON... Mas não estou triste. Falando mais sobre a cidade: aqui as pessoas andam muito de bicicleta também. Tem tanta moto e bicicleta que elas vivem quase colidindo. E a energia daqui, apesar de tanta água, vem de termoelétrica.
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